quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Zeca Pagodinho ajuda desabrigados por chuva em Xerém, na Baixada Fluminense


Zeca Pagodinho ajuda desabrigados por chuva em Xerém, na Baixada Fluminense




Zeca Pagodinho ajuda desabrigados por chuva em Xerém, na Baixada Fluminense - 1 (© Reprodução, TV Globo)


O cantor Zeca Pagodinho, morador há 20 anos de Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, está circulando pela região ajudando às pessoas atingidas pela forte chuva que começou na noite desta quarta-feira (2). Um homem já morreu e mais de 400 pessoas estão desalojadas por conta da tempestade. Zeca deu uma entrevista, nesta quinta-feira (3), para a TV Globo, na qual aparece bastante molhado, abatido e usando um casaco preto.
"Eu moro aqui há quase 20 anos e amo esse lugar. Meus filhos foram criados aqui. Nunca vi nada parecido, está triste. Mais para cima a situação está pior", disse ele ao canal, visivelmente cabisbaixo.
Andando em seu quadriciclo vermelho por todo o bairro, carregando pessoas para locais mais seguros, ele pede que o socorro seja voltado para a parte mais atingida de Xerém. "Lá tem criança desaparecida, tem família soterrada. Até casa que desceu rio abaixo. A gente está aí, desde as 6 da manhã batalhando", declarou o cantor, que encerrou a entrevista emocionado, deu partida no veículo e continuou a ajudar aos desabrigados.
Mostrando sua solidariedade, Zeca foi parar até nos "tópicos de tendência" do Twitter como um dos assuntos mais comentados pelo país nesta quinta. Ele também contou que sua casa foi "mais ou menos afetada" pelo temporal.
O cantor também é o criador do Instituto Zeca Pagodinho, que fica em Xerém. Desde 1999, a instituição oferece às crianças e adolescentes da região uma melhor qualidade de vida por meio de formação musical e cultural. Ao longo dos 13 anos, passaram por lá mais de 400 alunos.
café no google
Segundo informações do Corpo de Bombeiros de três quartéis que trabalham no resgate dos desabrigados, oito casas desabaram, três pontes foram destruídas e o Rio Saracuruna transbordou, aumentando a enchente.

JAPÃO Um passeio pelo bairro eletrônico de Akihabara é a Woodstock dos nerds


Prédios em Akihabara: território livre para cosplays, gamers e esquisitos
SÃO PAULO - Ser um nerd não é exatamente um elogio. São incontáveis os círculos sociais em que somos submetidos a constrangimentos e olhares de desprezo por preferirmos os computadores às pessoas, o isolamento ao convívio social.
O gosto por seriados de TV, roupas com ícones de games e a aversão aos exercícios físicos que compõem o imaginário do que é um nerd não formam, nem de longe, o tipo de cara que é popular entre as garotas e admirado por seus pares. Para evitar as piadas, há quem guarde com discrição seus bonecos do Star Wars ou evite espalhar por aí o nome do RPG que está jogando com os amigos.
Há um pequeno recorte no mundo, no entanto, onde ser nerd e professar sua condição de forma orgulhosa é um ato livre de julgamentos e preconceitos, a cidade eletrônica de Akihabara, no centro de Tóquio.
Todas as manhãs, pontualmente às 8 horas, as lojas de Akiba, como o bairro é apelidado por seus freqüentadores, erguem as portas para receber as mais de 150 mil pessoas que cruzam diariamente as lojas, corredores, avenidas e quiosques do bairro mais plugado do mundo, alimentado por duas linhas de metrô e um infinito de ciclovias que convergem para lá.
Em dias de lançamento da indústria de games, algumas lojas abrem mais cedo, pressionadas por pequenas multidões de geeks que, muitas vezes, viram a noite nas ruas de Akiba para serem os primeiros a comprar a novíssima versão de jogos da Konami ou Nintendo.
Para um explorador gaijin circulando pelas milenares ruas da cidade elétrica, a primeira sensação é de deslumbramento. Akihabara é tudo que nós, estrangeiros, imaginamos do Japão: luminosos que nunca apagam, tecnologia transbordando pelas janelas, multidões a passos apressados e dezenas, centenas, milhares de japoneses com os olhos vidrados nas telinhas brilhantes de seus smartphones ou games portáteis.
A segunda sensação, mais marcante, é de estranheza. Como podem as lojas expor seus notebooks, celulares e câmeras fotográficas em bancas sob as calçadas? Não há por aqui nenhum espertalhão que arrisque sacá-las das bancadas e sumir na multidão?
www3434
De acordo com a polícia metropolitana de Tóquio, só duas tentativas de furto são anotadas a cada semana em Akiba, índice insuficiente para dissuadir as lojas de deixar seus gadgets tão expostos. A explicação para o baixo índice de roubos vai além da fama de honestidade dos japoneses. O valor dos eletrônicos não é alto e as penas para trombadinhas são duríssimas.
Um celular usado (que dirá roubado) não é revendido por mais de US$ 5. Um netbook novinho, vale US$ 200, sem origem, então, o preço desaba. Simplesmente o risco de roubar é alto demais para a pouca lucratividade que o crime traria.
- Woodstock - A terceira e mais marcante sensação a assaltar um forasteiro em Akiba é o clima de festa nerd que toma conta das ruas. Garotos gorduchos caminham livremente com suas camisas do Super Mário e capa de Batman pendurada às costas.

Google força usuários a usar rede social Plus




Segundo jornal, usuários americanos que criam uma conta no YouTube, por exemplo, são forçados a fazer uma página na rede social
São Paulo – O Google tem adotado novas práticas a fim de estimular o uso de sua rede social G+.
Segundo o The Wall Street Journal, usuários americanos que criam uma conta no Gmail, YouTube ou em outro serviço da empresa, também são forçados a criar uma conta na rede social.
Segundo duas fontes ouvidas pelo jornal, a ordem teria vindo do CEO do Google, Larry Page. Na sequência, os perfis estariam sendo expostos em outros serviços da empresa sem autorização dos usuários.
Com isso, o Google tenta atrelar as atividades online de seus usuários às suas identidades, como já faz o Facebook. Isso valoriza a publicidade vendida, uma vez que possui públicos-alvo específicos. 
Segundo uma porta-voz do Google, a integração faz partes dos planos da empresa para os serviços. 
No mês passado, o vice-presidente de sênior do Google, Vic Gundotra, afirmou que a Google+ superou a marca de 500 milhões de usuários em todo o mundo – 235 milhões deles são ativos.
Hoje, a Google+ é a sexta maior rede social dos Estados Unidos, atrás do Facebook, Linkedin, Twitter, Tumblr e MySpace, segundo números da comScore. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

oque tem pra hoje nosso dia a dia com muito humor...


fantasia de casal



fraude no seguro

motivos antrpológicos


Homem pesca tubarão e é 'roubado' por peixe maior ainda


Usuários de rede social chamaram momento de 'pescaria reversa'.
Foto já foi reproduzida mais de 1 milhão de vezes.


Um usuário da rede social Reddit identificado como “Mancubus1” postou uma foto do momento em que tentava tirar um tubarão da água e, assim que enrolava a linha de pesca, outro tubarão surgiu e mordeu o peixe, levando-o de volta para a água.
Diversas pessoas fizeram brincadeiras com a imagem, dizendo que se tratava de uma “pescaria inversa”. A imagem se espalhou pela rede e já foi reproduzida mais de 1 milhão de vezes.
Usuário teve peixe 'roubado' por tubarão maior (Foto: Reprodução)Usuário teve peixe 'roubado' por tubarão maior (Foto: Reprodução)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Instagram recua e altera termos de uso do serviço. De novo


Conforme site de VEJA antecipou, fotos de usuários não serão comercializadas. Anúncios, contudo, podem começar a ser exibidos a partir do dia 19 de janeiro


Logo do Facebook ao lado do logo do Instagram
Instagram: em maio, foi vendido para o Facebook por 1 bilhão de dólares (Rolf Vennenbrend/EFE)
O Instagram recuou. O serviço que, no início da semana, causou revolta entre usuários após modificar seus termos de uso, promoveu nesta sexta-feira – mais uma vez – alterações sutis em sua política, com validade a partir do dia 19 de janeiro. Conforme o site de VEJA antecipou, as fotos produzidas por seu exército de mais de 100 milhões de cadastrados não serão comercializadas, mas a exibição de anúncios na rede, um dos primeiros modelos de negócio da companhia, podem começar a partir do primeiro mês de 2013.


A nova versão da política do uso do serviço foi anunciada por um de seus fundadores, Kevin Systrom. Ele comentou as polêmicas alterações publicadas na última terça em sua política – a mudança mais significativa dizia a respeito a uma possível venda de imagens aos anunciantes sem notificar o usuário ou compensá-lo financeiramente por uma campanha publicitária.

Systrom pediu desculpas pelo transtorno causado – fruto de um texto mal redigido e cheio de ambiguidades –, mas foi taxativo em relação às suspeitas de comercialização de conteúdos. “Quero que fique bem claro: o Instagram não tem intenção de vender suas fotos. Nós nunca fizemos e nem vamos fazer”, garantiu, em comunicado oficial publicado no blog da companhia.

O polêmico trecho foi substituído agora por um texto mais simples e objetivo, que revela a intenção da companhia em monetizar seu produto. Diz o artigo dois na seção Direitos: "Você concorda que o Instagram coloque anúncios e promoções no serviço, ou relacionado a ele, em conjunto com o seu conteúdo. O modo e como essa publicidade será direcionada estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário”, informa.
Cinco aplicativos alternativos ao Instagram

1-Leme Camera: o melhor para iPhone


Está entre os melhores aplicativos do gênero para iPhone e bate, com folga, o Instagram. O app emula oito tipos diferentes de câmeras e oferece 15 efeitos diferentes com 11 opções de molduras – o melhor é que a operação do programa é muito simples. É o suficiente para muitas horas de diversão. Os resultados dos cliques podem ser publicados em redes sociais e no Leme Wall, site do próprio aplicativo. Para os donos de iPhones, este é um aplicativo quase obrigatório.

Queima de fogos e shows levam 2,3 milhões ao réveillon de Copacabana


Sem chuva, espetáculo pirotécnico durou 16 minutos.
Diogo Nogueira, Cláudia Leitte e outros artistas comandaram a festa.


Após quatro anos de virada do ano com chuva, o céu sem nuvens no Rio no último dia de 2012 deixou o espetáculo de fogos de Copacabana, na Zona Sul, brilhar com nitidez e fazer jus à fama de "maior réveillon do planeta". Combinado com trilha sonora assinada por João Brasil, o show de pirotecnia se estendeu por 16 minutos, entre as apresentações musicais em quatro palcos na orla do Leme ao Posto 6, que recebeu 2,3 milhões de pessoas (700 mil turistas), segundo estimativa da Políca Militar (assista à integra da queima de fogos no vídeo).
Além da beleza do espetáculo facilitada pelo clima, a festa terminou sem grandes incidentes registrados pelos órgãos públicos. Apesar dos mais de mil atendimentos nos postos médicos, nenhum caso grave foi informado pela Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil ou pela Polícia Militar.

Shows
Após os DJs MAM e Marcelinho da Lua receberem convidados como B Negão, Diogo Nogueira subiu ao palco principal, montado em frente ao Copacabana Palace, por volta das 20h40. Misturando ritmos como samba e salsa, o filho de João Nogueira também arriscou passos de gafieira com bailarinos da Companhia de Carlinhos de Jesus.
Fogos Copacabana réveillon (Foto: Divulgação / Riotur)Sem nuvens e com a fumaça dispersa, fogos foram vistos com nitidez (Foto: Divulgação / Riotur)
Um princípio de confusão fez o cantor parar o show e chamar a atenção dos brigões, que logo cessaram a discussão.